28º Domingo do Tempo Comum – Ano A – Homilia
Evangelho: Mateus 22,1-14 Frei Alberto Maggi Padre e biblista italiano dos Servos de Maria (Servitas) Não basta estar perto do Cristo, é preciso conversão! A parábola dos viticultores assassinos desencadeou a ira dos sumos sacerdotes e dos fariseus, os quais “ compreenderam que falava deles ”, segundo o evangelista (Mt 21,45). Da parte desses líderes não há algum sinal de arrependimento, de conversão, ao contrário, tentam capturá-lo para eliminá-lo (cf. Mt 21,46). Bem, diante desta ameaça, Jesus não só não recua, mas agrava a questão com a terceira e última parábola com a qual ele discute com as autoridades judaicas. Estas três parábolas — dos dois filhos (Mt 21,28-32), dos viticultores assassinos (Mt 21,33-45) e do banquete de casamento e o traje de festa (Mt 22,1-14) — desenvolvem progressivamente o tema subjacente: a denúncia contra as mais altas autoridades religiosas que se mostram refratárias e hostis ao plano de Deus. Nesta parábola Jesus diz o por...