5º Domingo da Quaresma – Ano A – Homilia
Evangelho: João 11,1-45
Frei Alberto Maggi
Padre e biblista italiano dos Servos de Maria (Servitas)
Na
vida indestrutível se manifesta a glória de Deus
Estamos, com o Evangelho deste domingo, no sétimo e último “sinal” de Jesus, segundo o evangelista. “Sinal”, no Evangelho Segundo João, é uma obra poderosa. Está-se para se concluir a primeira grande parte desse evangelho, o denominado “Livro dos Sinais” (Jo 1,19—12,50). Os sinais (milagres, segundo outros evangelistas) têm a função de levar os ouvintes ou leitores do Evangelho a realizarem uma opção: crer ou não em Jesus! Mas não apenas isso, há de se descobrir o valor profundo de Jesus, o dom que ele é à humanidade: “Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim nunca mais terá fome, e quem crê em mim nunca mais terá sede” (Jo 6,35).
João
11,1-3: «Naquele tempo, havia um doente, Lázaro, que era de Betânia,
o povoado de Maria e de Marta, sua irmã. Maria era aquela que ungira o Senhor
com perfume e enxugara os pés dele com seus cabelos. O irmão dela, Lázaro, é
que estava doente. As irmãs mandaram então dizer a Jesus: “Senhor, aquele que
amas está doente”.»
O destino daqueles que confiaram e acreditaram em Jesus é apresentado por João, no seu Evangelho, no capítulo 11, com o episódio de Lázaro, que começa assim: “Lázaro de Betânia”, é a única vez que uma pessoa doente, neste evangelho, tem o nome revelado. Lázaro significa “Deus que ajuda”. Os evangelistas, quando colocam a indicação de “aldeia/povoado”, querem dizer que se trata de um lugar de incompreensão, ou de oposição, é o lugar preso à tradição, o que dificulta a aceitação da novidade trazida por Jesus. O evangelista, por meio de três personagens (Lázaro, Maria e Marta), apresenta uma comunidade. Que se trata de uma comunidade, o evangelista revela mais tarde quando diz: “As irmãs mandaram avisar”, deveria escrever “as suas irmãs”, omitindo o possessivo, o evangelista quer indicar que se trata de uma comunidade.
João
11,4-17: «Ouvindo
isto, Jesus disse: “Esta doença não leva à morte; ela serve para a glória de
Deus, para que o Filho de Deus seja glorificado por ela”. Jesus era muito amigo
de Marta, de sua irmã Maria e de Lázaro. Quando ouviu que este estava doente,
Jesus ficou ainda dois dias no lugar onde se encontrava. Então, disse aos
discípulos: “Vamos de novo à Judeia”. Os discípulos disseram-lhe: “Mestre,
ainda há pouco os judeus queriam apedrejar-te, e agora vais outra vez para lá?”
Jesus respondeu: “O dia não tem doze horas? Se alguém caminha de dia, não
tropeça, porque vê a luz deste mundo. Mas se alguém caminha de noite, tropeça, porque
lhe falta a luz”. Depois acrescentou: “O nosso amigo Lázaro dorme. Mas eu vou
acordá-lo". Os discípulos disseram: “Senhor, se ele dorme, vai ficar bom”.
Jesus falava da morte de Lázaro, mas os discípulos pensaram que falasse do sono
mesmo. Então Jesus disse abertamente: “Lázaro está morto. Mas por causa de vós,
alegro-me por não ter estado lá, para que creiais. Mas vamos para junto dele”. Então
Tomé, cujo nome significa Gêmeo, disse aos companheiros: “Vamos nós também para
morrermos com ele”. Quando Jesus chegou, encontrou Lázaro sepultado havia
quatro dias.»
Bem, esta comunidade está vivendo o momento de doença mortal de um de seus seguidores, e eles mandam avisar Jesus. Estranhamente, Jesus não se mexe. Lemos apenas as partes essenciais da passagem porque é muito longa, vamos pular para o versículo 17. Aqui, se diz: “Quando Jesus chegou, encontrou-o”. Não se menciona Lázaro. O evangelista não põe aqui o seu nome, apenas menciona “encontrou-o”, porque Lázaro não está no sepulcro: Lázaro, com o momento da morte, entrou na plenitude da dimensão divina, mas ali está o morto. Toda a passagem é um convite à comunidade cristã para mudar o conceito de morte.
João
11,18-22: «Betânia
ficava a uns três quilômetros de Jerusalém. Muitos judeus tinham vindo à casa
de Marta e Maria para as consolar por causa do irmão. Quando Marta soube que
Jesus tinha chegado, foi ao encontro dele. Maria ficou sentada em casa. Então
Marta disse a Jesus: “Senhor, se tivesses estado aqui, meu irmão não teria
morrido. Mas mesmo assim, eu sei que o que pedires a Deus, ele to concederá”.»
Por que esses “quatro dias”? Acreditava-se que, durante três dias, o espírito do indivíduo permanecia para vigiar o cadáver. Então, quando ele não se reconhecia mais nas feições do rosto, devido ao início do processo de decomposição, ele descia ao reino dos mortos, portanto estava completamente morto. Jesus não entra na aldeia, lugar de incompreensão. Para encontrar Jesus, é preciso sair da tradição, da aldeia, então Marta “logo que soube da chegada de Jesus, foi ao encontro dele”, e aborda Jesus com uma reprovação ela diz: “Senhor, se tivesses estado aqui, meu irmão não teria morrido!”. Eles avisaram a Jesus que o irmão dela estava doente, que era algo sério, e Jesus não se moveu. Jesus parece nunca estar presente em momentos de necessidade, e por isso Marta repreende Jesus. Porém, diz: “Mesmo assim, eu sei”, ela se refere àquilo que sabe, isto é, à tradição: “quanto solicitares a Deus, ele te concederá” (o texto do lecionário traz “pedir” ao invés de “solicitar”). Os evangelistas distinguem entre o verbo solicitar e o verbo pedir: o verbo solicitar é um pedido de um inferior a um superior, enquanto pedir é um pedido de igual. Aqui, para Marta, Jesus tem que solicitar, então ela ainda não entendeu que Jesus é Deus, que Jesus é igual a Deus.
João
11,23-24: «Respondeu-lhe Jesus: “Teu
irmão ressuscitará”. Disse Marta: “Eu sei que ele ressuscitará na ressurreição,
no último dia”.»
E Jesus responde: “Teu irmão ressuscitará”, seria melhor que não o tivesse dito! Pois, recebe uma reação irada de Marta: “Eu sei que ele vai ressuscitar, na ressurreição do último dia”. Quando uma pessoa está de luto, se lhe disserem para confortá-la que a pessoa falecida será ressuscitada, quando? Não apenas não recebe consolo, mas é lançada no desespero. Quando a pessoa ressuscitará? Hoje, amanhã, daqui a um mês, daqui a um ano, no fim dos tempos? Se for no final dos tempos, tudo bem, pois até nós já estaremos mortos! Isso não serve de consolo. Então Marta responde irritada: “Eu sei que ele vai ressuscitar, na ressurreição do último dia”, porque esta era a crença farisaica da ressurreição. Vivia-se, morria-se, acabava-se no lugar dos mortos, em seguida, no último dia, um hipotético dia final, haveria a ressurreição dos justos.
João
11,25-26: «Então
Jesus disse: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, mesmo que morra,
viverá. E todo aquele que vive e crê em mim, não morrerá jamais. Crês isto?”»
E aqui
está a revelação de Jesus, que muda completamente o conceito de vida, o
conceito de morte, o conceito de ressurreição. Jesus lhe disse: “Eu sou”,
eu sou não é uma reivindicação de presença, mas é a reivindicação do nome
divino, é o nome com o qual Deus se revelou a Moisés: “Eu sou” (cf. Ex
3,14). Portanto Jesus reivindica a plenitude da condição divina, “a
ressurreição e a vida”, ele não diz eu serei, ele é a ressurreição e a
vida, portanto a vida e a ressurreição não serão, mas já são. E então a resposta
de Jesus é articulada em dois elementos. O primeiro, dirigido à comunidade
enlutada por um de seus membros falecidos, diz: “quem crê em mim”,
Lázaro acreditou nele, “ainda que tenha morrido”, mesmo que agora vejam
um cadáver, “viverá”, continua a viver. Portanto, Jesus pede que a
comunidade que chora uma pessoa morta tenha essa fé. Mas depois, aos membros da
comunidade que estão vivos, Jesus diz: “E todo aquele que vive”,
portanto, vocês que estão vivos, “e crê em mim”, e me deram o seu apoio,
“jamais morrerá”. Jesus garante-nos que não experimentaremos a morte: a
morte não interrompe a vida, mas introduz-nos imediatamente numa dimensão nova,
plena e definitiva da existência.
Mas Jesus pergunta a Marta se ela consegue acreditar nisso e, finalmente, há crescimento na fé: “Sim, Senhor, eu creio firmemente que tu és o Cristo, o Filho de Deus, aquele que vem ao mundo”. Finalmente Marta cresceu na fé.
João
11,32-36: «[...]
Indo para o lugar onde estava Jesus, quando o viu, caiu de joelhos diante dele
e disse-lhe: “Senhor, se tivesses estado aqui, o meu irmão não teria morrido”. Quando
Jesus a viu chorar, e também os que estavam com ela, estremeceu interiormente, ficou
profundamente comovido, e perguntou: “Onde o colocastes?” Responderam: “Vem
ver, Senhor”. E Jesus chorou. Então os judeus disseram: “Vede como ele o amava!”»
Bem, a passagem continua, vamos pular para o versículo 33: “Quando Jesus a viu chorar”, houve a intervenção da outra irmã, Maria, que repreendeu Jesus com as mesmas palavras de Marta. Em seguida: “Quando Jesus a viu chorar, bem como aos que estavam com ela, comoveu-se profundamente no espírito e ficou conturbado”. Verdadeiramente o verbo usado pelo evangelista não é comover-se, é tremer, é reprimir uma sensação forte, poderíamos traduzir bufou, estremeceu. É Jesus que não suporta esta situação, porque a sua comunidade chora exatamente como choram os judeus, como chora a tradição. E Jesus, aqui no versículo 35, não se prorrompeu em prantos, Jesus verteu lágrimas (lagrimejou — grego: dakryein). O evangelista usa dois verbos diferentes para a reação de Marta, Maria e dos judeus e para aquela de Jesus: para o choro de Jesus ele usa lagrimar, uma expressão de dor, para o choro das irmãs ele usa o pranto que se fazia nas condolências fúnebres, que indicava total desespero.
João
11,38: «[...]
De novo, Jesus ficou interiormente comovido. Chegou ao túmulo. Era uma caverna,
fechada com uma pedra.»
Jesus, ainda tremendo, reprimindo-se, “foi até o túmulo. Era uma gruta fechada com uma pedra”. Essa pedra aparecerá três vezes, para indicar que é isso que domina a narrativa: eram sepulcros escavados nas cavernas, e uma pedra foi colocada na frente deles. A expressão portuguesa: “vamos colocar uma pedra sobre isso”, deriva precisamente desses costumes funerários, quando se coloca uma pedra encima, significa que (entre) o mundo dos mortos e o dos vivos não há mais continuidade, não há mais comunicação.
João
11,39-44a: «Disse
Jesus: “Tirai a pedra!” Marta, a irmã do morto, interveio: “Senhor, já cheira
mal. Está morto há quatro dias”. Jesus lhe respondeu: “Não te disse que, se
creres, verás a glória de Deus?” Tiraram então a pedra. Jesus levantou os olhos
para o alto e disse: “Pai, eu te dou graças porque me ouviste. Eu sei que
sempre me escutas. Mas digo isto por causa do povo que me rodeia, para que
creia que tu me enviaste”. Tendo dito isso, exclamou com voz forte: “Lázaro,
vem para fora!” O morto saiu, atado de mãos e pés com os lençóis mortuários e o
rosto coberto com um pano.»
E aqui Jesus
começa a dar ordens imperativas; são três, a primeira é: “Tirai a pedra!”,
foram vocês que prenderam o defunto ali dentro e vocês devem retirar essa
pedra. E Marta reage, Marta que é referida como “a irmã do morto”. Esta
indicação é supérflua, sabemos que Marta era irmã do falecido, mas o
evangelista quer destacar que o clima reinante era o de morte, esse era o
pensamento que dominava a comunidade. Marta disse: “Senhor, já cheira mal, é
o quarto dia”. Jesus disse-lhe: “Não te disse
que, se creres, verás a glória de Deus?” Na vida indestrutível se
manifesta a glória de Deus.
“Tiraram
então a pedra” que haviam colocado, e aqui estão as últimas ordens de
Jesus: “Tendo dito isto, gritou em alta voz: ‘Lázaro, vem para fora!’”.
A sepultura, o sepulcro não é o lugar de um discípulo do Senhor, o discípulo do
Senhor, no momento da morte, entra imediatamente na dimensão plena da sua
existência.
Jesus chamou Lázaro, mas não sai Lázaro, sai o morto. Jesus chama Lázaro, mas sai o morto, porque Lázaro não estava no sepulcro, Lázaro já estava na plenitude do amor do Pai. É o morto que deve sair do túmulo, ou seja, o evangelista quer ajudar a comunidade a mudar completamente a sua mentalidade em relação à morte, que os defuntos não estão num túmulo, mas continuam a sua existência na plenitude da dimensão divina. “O morto saiu” e, estranhamente, “com as mãos e os pés atados com faixas”, que não era a maneira judaica de sepultar. O cadáver era lavado com água e vinagre, depois era colocado um pano por cima, mas não era amarrado. Por que, aqui, o morto está com os pés e as mãos amarrados? Porque estar amarrado era o símbolo da morte. Nos Salmos lemos: “rodearam-me os laços da morte” (Sl 116,3), sendo prisioneiros da morte, são eles que o amarraram com essas faixas, fizeram dele prisioneiro da morte.
João
11,44b-45: «Então
Jesus lhes disse: “Desatai-o e deixai-o caminhar!” Então, muitos dos judeus que
tinham ido à casa de Maria e viram o que Jesus fizera, creram nele. »
As últimas
ordens de Jesus são reveladoras: “Desatai-o”, isto é, desamarrai-o,
fostes vós que o prendestes como um morto sem vida, vós que o rebaixastes a
este túmulo. E a última ordem é estranha, após “soltai-o”, teríamos esperado:
deixe-o vir, vamos ao seu encontro, receba-o, celebre-o. Nada disso. A última
ordem, estranhamente, é: “deixai-o ir”, mas para onde ele deve ir? O
morto deve ir onde Lázaro já está, ou seja, na dimensão da plenitude da vida. É
a comunidade que deve mudar de mentalidade.
É estranho que este morto saia sem dizer uma palavra, nem um agradecimento, não vai para as irmãs que tanto o lamentaram, mas o morto deve ir, o evangelista usa o mesmo verbo “ir”, que ele usou para indicar o itinerário de Jesus com o Pai. Pois bem, esta expressão do evangelista nos ilumina sobre o sentido da morte: a morte de um discípulo de Jesus não só não interrompe a sua vida, mas o introduz numa nova, plena e definitiva dimensão da existência. A morte não distancia as pessoas, mas as aproxima, a morte não é uma ausência, mas uma presença ainda mais intensa.
* Traduzido e
editado do italiano por Pe. Telmo José Amaral de Figueiredo.
** Todos os textos bíblicos citados foram extraídos de: Sagrada Congregação para o Culto Divino. Trad. CNBB. Palavra do Senhor I: lecionário dominical A-B-C. São Paulo: Paulus, 1994.
Reflexão
Pessoal
Pe. Telmo José Amaral de Figueiredo
«O homem não tem
poder sobre nada enquanto tem medo da morte. E quem não tem medo da morte
possui tudo.»
(Liev Tolstói: 1828-1910 — escritor russo)
Se pudéssemos sintetizar, em uma só frase, qual foi o maior benefício que a encarnação do Filho de Deus trouxe à humanidade, sem dúvida alguma, poderíamos afirmar: a vitória da vida sobre a morte! Não por acaso, o quarto evangelista coloca nos lábios de Jesus: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância” (João 10,10b). É a vida, sem adjetivos, que interessa a Deus! Ele nos criou para uma vida plena, uma vida abundante, não uma sobrevida, não uma vida miserável, não uma vida sofrida, não uma “vidinha”, não uma vida desperdiçada!
Também, não por acaso, a maior impotência do ser humano encontra-se diante da morte! A morte desequilibra qualquer ser humano! Não há quem não tenha se perguntado, ao menos uma vez na vida, o que será de mim, o que será de nós após a vida nesta terra? Por isso, o evangelista retrata com tantos detalhes o pranto, o lamento, o estresse enorme experimentados por Marta e Maria, irmãs de Lázaro, mas também por todo o povo que foi consolá-las. Para todos eles a morte era um fim! A morte era uma derrota! Mesmo crendo na ressurreição no último dia, no final dos tempos, pois, como Marta o exprime bem, isso não é algo consolador!
Por isso, o
evangelista mostra um Jesus tão preocupado em comunicar-se com aqueles que tem
uma fé muito frágil na vida eterna, na ressurreição:
a) os discípulos (cf.
Jo 11,15: “E por causa de vós, a fim de que creiais, eu me alegro de não ter
estado lá”) e
b) a multidão (cf. Jo
11,42: “Eu sei que sempre me ouves, mas falo assim por causa da multidão ao meu
redor, para que creia que tu me enviaste”).
Portanto, Jesus solicita-nos uma confiança radical na bondade do Mistério de Deus, que vislumbramos nele! Nós, cristãos, não sabemos da vida após a morte, mais que os ateus e agnósticos! No entanto, há uma diferença fundamental entre nós, que cremos que Jesus seja “a ressurreição e a vida” e os demais que não creem.
Tem razão, portanto,
um dos maiores e mais críticos teólogos do século XX, o suíço Hans Küng (1928-2021),
quando, já próximo à sua morte, disse:
«Morrer, para mim, é descansar no mistério da misericórdia de Deus».
Felizes todos aqueles que cultivarem essa fé, essa confiança extrema em um Deus da vida, que somente pode ser Deus por ser o promotor da vida e não da morte!
«Diante da sepultura do teu amigo morto
tu, Senhor da vida, repreendeste a morte por aquele ultraje, bradaste bem alto
todo o teu amor pela vida; ordenaste aos que o amavam que removessem a pedra
sepulcral para fazer dela um troféu de vitória, e convidaste-os a desamarrá-lo
das ataduras da morte que o bloqueavam: verdadeiramente tu és a ressurreição e
a vida. Faze crescer também em nós a fé em ti, ressurreição e vida, como
fizeste com Marta e teus discípulos; dá-nos o teu Espírito para ajudar cada
homem a sair de sua sepultura de dor e opressão; cada dia que vem tu nos
encontras dispostos a apagar todo sinal de morte. Amém.»
(Fonte: Gianfranco Venturi. 5ª Domenica di Quaresima: orazione
finale. In: CILIA, Anthony O.Carm. Lectio Divina sui vangeli festivi: per
l’anno liturgico A. Leumann [TO]: Elledici, 2010, p. 177.)
Fonte: Centro Studi Biblici “G. Vannucci” – Videomelie e trascrizioni – V Domenica della Quaresima – Anno A – 29 marzo 2020 – Internet: clique aqui (Acesso em: 22/03/2023).
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