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33° Domingo do Tempo Comum – Ano C – Homilia

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Evangelho: Lucas 21,5-19 Naquele tempo: 5 Algumas pessoas comentavam a respeito do Templo que era enfeitado com belas pedras e com ofertas votivas. Jesus disse: 6 «Vós admirais estas coisas? Dias virão em que não ficará pedra sobre pedra. Tudo será destruído.» 7 Mas eles perguntaram: «Mestre, quando acontecerá isto? E qual vai ser o sinal de que estas coisas estão para acontecer?» 8 Jesus respondeu: «Cuidado para não serdes enganados, porque muitos virão em meu nome, dizendo: “Sou eu!” e ainda: “O tempo está próximo.” Não sigais essa gente! 9 Quando ouvirdes falar de guerras e revoluções, não fiqueis apavorados. É preciso que estas coisas aconteçam primeiro, mas não será logo o fim.» 10 E Jesus continuou: «Um povo se levantará contra outro povo, um país atacará outro país. 11 Haverá grandes terremotos, fomes e pestes em muitos lugares; acontecerão coisas pavorosas  e grandes sinais serão vistos no céu. 12 Antes, porém, que estas coisas aconteçam, sere...

32° Domingo do Tempo Comum – Ano C – Homilia

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Evangelho: Lucas 20,27-38 Naquele tempo: 27 Aproximaram-se de Jesus alguns saduceus, que negam a ressurreição, 28 e lhe perguntaram: «Mestre, Moisés deixou-nos escrito: se alguém tiver um irmão casado e este morrer sem filhos, deve casar-se com a viúva a fim de garantir a descendência para o seu irmão. 29 Ora, havia sete irmãos. O primeiro casou e morreu, sem deixar filhos. 30 Também o segundo 31 e o terceiro se casaram com a viúva. E assim os sete: todos morreram sem deixar filhos. 32 Por fim, morreu também a mulher. 33 Na ressurreição, ela será esposa de quem? Todos os sete estiveram casados com ela.» 34 Jesus respondeu aos saduceus: «Nesta vida, os homens e as mulheres casam-se, 35 mas os que forem julgados dignos da ressurreição dos mortos e de participar da vida futura, nem eles se casam nem elas se dão em casamento; 36 e já não poderão morrer, pois serão iguais aos anjos, serão filhos de Deus, porque ressuscitaram. 37 Que os mortos ressuscitam,...

Um Brasil que ninguém quer ver!

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13,5 milhões na extrema pobreza, 2,4 milhões “nem-nem” e desigualdade em alta Redação RBA Em tempos de corte de gastos públicos, IBGE destaca necessidade de políticas voltadas para segmentos mais vulneráveis da população   O Brasil tinha 13,5 milhões de pessoas na extrema pobreza em 2018 , 6,5% da população, nível recorde desde 2012, segundo a Síntese de Indicadores Sociais (SIS), divulgada hoje (6 de novembro) pelo IBGE. O instituto adota critério do Banco Mundial, que inclui na extrema pessoa quem tem renda mensal per capita inferior a US$ 1,90 por dia . “ Esse número é equivalente à população de Bolívia, Bélgica, Cuba, Grécia e Portugal ”, diz o IBGE. A pesquisa inclui outros dados negativos, como a desigualdade no mercado de trabalho , e a chamada geração “nem-nem” . Recentemente, o ministro da Economia, Paulo Guedes, queixou-se que os pobres “consomem tudo” o que ganham. Em um momento de corte de gastos públicos, o gerente do estudo, André Simões, afir...

Como acabar com a classe média e... começar uma revolta!

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Classe média endividada exige sua parte em crescimento econômico do Chile Rodrigo Cavalheiro Enviado especial a Santiago, Chile Saturados por dívidas, estudantes e aposentados chilenos se revoltam  contra valor de pensões e custo elevado de ensino,  saúde e transporte; entre as reclamações principais está a falta de poder do Estado para monitorar a alta dos preços Protestos em grafite e pichações contra o presidente Piñera em Santiago FOTO: RODRIGO CAVALHEIRO / ESTADÃO A revolta chilena ganhou corpo quando o governo de Sebastián Piñera ridicularizou suas exigências iniciais e logo tornou-se a maior mobilização pós-ditadura, em reação ao uso do Exército na repressão . Mais de um milhão foram às ruas. A raiz da insatisfação, entretanto, está em distorções acumuladas por décadas, em governos de direita e de esquerda , escondidas em bons indicadores macroeconômicos que não se converteram em alívio nas contas, pelo contrário. “Quem não se endivida ...

Para ler... E pensar!

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1º) Por que não falei de flores Miguel Reale Júnior * Pelas manifestações do presidente,  vê-se estar no ar a tentação autoritária diante do empobrecimento e decadência de nossa sociedade MIGUEL REALE JÚNIOR O Chile foi convulsionado por protestos detonados pelo aumento da passagem de metrô. A população repeliu a elevação de 800 para 830 pesos, correspondentes a R$ 4,73. O salário mínimo é de 301 mil pesos, cerca de R$ 1.715,70, mas a maior parte da população recebe por volta de 400 mil pesos, ou seja, R$ 2.280 , bem mais que o percebido por imensa parcela dos brasileiros. Comentaristas políticos ponderam ser o preço da passagem apenas a ponta do iceberg, pois é a desigualdade social o pano de fundo da insatisfação popular , em face do custo da eletricidade , da água e da crise nos setores de saúde e educação . Acrescem as injustiças do sistema privatizado de previdência , que onera o trabalhador e proporciona proventos irrisórios. O presidente ...