CURTAS, RÁPIDAS E BOAS !!!

ARGENTINOS: Restrições cambiais afetam
peregrinos

Os peregrinos argentinos que vão participar da JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE (e ver o conterrâneo papa Francisco) não conseguem comprar dólares nem reais para a viagem.
Grupos católicos denunciam que a Administração Federal de Rendas Públicas (Afip), equivalente à Receita Federal no país, não está autorizando a venda de divisas para os mais de 42 mil jovens que viajarão ao Brasil.
Para reduzir a fuga de divisas e a queda das reservas da Argentina, o governo vem aplicando medidas de restrições ao câmbio.

Papa Francisco inicia batalha no Brasil, diz revista "Time"

A revista Time (dos Estados Unidos), que colocou o papa Francisco na capa da edição mundial, diz que o pontífice vai enfrentar uma "batalha" no Brasil.
"Ali, no mais populoso dos países católicos, no mais católico continente, ele se depara com um microcosmo dos desafios que a Igreja enfrenta no mundo todo: o magnetismo do evangelismo protestante e as tentações da cultura secular", comenta a reportagem.

Papa não quis receber ministro de Dilma

O ministro Gilberto Carvalho esteve em abril no Vaticano para convencer o papa a ir a Brasília, onde seria recebido pela presidente Dilma Rousseff. Mas Francisco não quis recebê-lo.

Fonte: O Estado de S. Paulo - Metrópole - Sexta-feira, 19 de julho de 2013 - Pg. A16 - edição impressa.


[Aliás, a tentativa de fazer uso político da viagem do papa 
tem outro lance que é bom saber:]


Dilma faz convite a chefes de Estado para missa no Rio


Jamil Chade e Débora Bergamasco


No Vaticano, é dada como certa a presença da presidente da Argentina, Cristina Kirchner
As presidentes Cristina Kirchner (Argentina) e Dilma Rousseff (Brasil)

Em um esforço para transformar a visita do papa Francisco em um acontecimento político e capitalizar com a popularidade do pontífice, a presidente Dilma Rousseff rompeu uma tradição da Igreja e convidou líderes de toda a América Latina para a missa no próximo domingo, dia 28, em Guaratiba, na zona oeste do Rio. O Vaticano insiste que foi uma decisão "autônoma" do Planalto. Mas admite que Francisco terá um "recado" à classe política e usará a viagem para a denunciar a situação dos mais pobres.

Brasília tentou politizar a viagem, enviando um convite formal ao papa para que a vinda fosse transformada em visita de Estado. O Vaticano não aceitou, alertando que a viagem tinha um caráter pastoral diante da Jornada Mundial da Juventude. Nesta quarta-feira, o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, admitiu que não se lembrava de outra ocasião em que um evento pastoral ou a Jornada da Juventude acabou se transformando em palanque de políticos. "É uma decisão livre da presidente."

Lombardi deixou claro que, diante da insistência do governo brasileiro, o Vaticano abriu uma brecha na agenda para a política. Mas insinuou que a oportunidade pode ser usada pelo papa Francisco para dar um recado aos políticos. "Vamos ver o que ele vai dizer."

No Vaticano, é dada como certa a presença da presidente da Argentina, Cristina Kirchner - o Itamaraty não confirmou. Além de Cristina, o governo brasileiro acredita que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, também deve participar da missa. 


Fonte: O Estado de S. Paulo - Metrópole - Quinta-feira, 18 de julho de 2013 - Pg. A16 - Internet: http://www.estadao.com.br/noticias/geral,dilma-faz-convite-a-chefes-de-estado-para-missa-no-rio,1054734,0.htm

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