Maioria dos pais cede às chantagens dos filhos no consumo
YOLANDA
FORDELONE
A
maioria dos pais também não dá exemplo:
76%
já ficaram inadimplentes e 53% costumam comprar produtos que não precisam
Quando
o assunto é finanças, a maioria dos pais não sabe educar seus próprios filhos.
A maioria ainda cede a chantagens de consumo. Basta o filho pronunciar frases
como “se você me der, eu prometo que faço isso” e outras que os pais fazem a
vontade dele. Segundo pesquisa do Portal Meu Bolso Feliz em parceria com o
Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), 52% das pessoas afirmaram já ter
comprado produtos para os filhos mesmo sabendo que essa atitude iria
comprometer o orçamento da família.
Os
pesquisadores ouviram 694 pessoas com mais de 18 anos, alfabetizadas, de todas
as classes econômicas, nas 27 capitais brasileiras. A margem de erro é de 3,8
pontos percentuais.
Quando
os pais foram perguntados sobre os produtos mais comprados para os filhos nos
últimos três meses, eletrônicos (como jogos, celulares e notebooks) aparecem em
primeiro lugar, seguidos por roupas, programas de passeio, calçados e
brinquedos.
“Não me
espanta o fato de que jogos, celulares e notebooks sejam os itens mais
comprados pelos pais, porque são exatamente estes itens que deixam as crianças
entretidas por mais tempo, inocentando os pais pela ausência de afeto e
dedicação às crianças”, explica a psicóloga Maria Teresa.
Para a
psicóloga, a criança aprende no convívio com os pais quais são os argumentos e
até as chantagens mais eficientes. Na avaliação da especialista, o atual
bombardeio publicitário ao qual as crianças estão expostas colaboram para
despertar novos desejos e ânsias pelo consumo.
22%
Fonte: ESTADÃO.COM.BR – Blogs / No Azul –
Terça-feira, 15 de julho de 2014 – Internet: clique aqui.
Educação financeira
22%
Porcentual
dos entrevistados que consideram
Mais difíceis
as negociações do estilo:
"se
você me der isso, eu prometo fazer aquilo"
16%
Porcentagem
que acham que a
Chantagem
emocional é mais difícil.
Pais cedem
para não se
Sentirem
culpados ou para não
"ficar
com dó" das crianças.
Fonte: Meu Bolso Feliz e SPC
Brasil
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