NÃO DÁ PRA AGUENTAR TUDO ISSO ! ! !
Comissão aprova revogação do
Estatuto do Desarmamento
Marcelo
Pellegrini
Lei de 2003 restringiu o porte e salvou 160 mil vidas
em dez anos, segundo estudo; novo projeto, que vai a voto no Senado, facilita a
compra de armas
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Protestos aconteceram durante a votação do "Estatuto de Controle de Armas de Fogo" Câmara dos Deputados Federais - Brasília (DF) Terça-feira, 27 de outubro de 2015 |
A
Comissão Especial que analisa mudanças no Estatuto
do Desarmamento (Lei 10.826/03), em vigor desde 2003, aprovou nesta
terça-feira 27 o texto do Deputado e relator Laudivio Carvalho (PMDB-MG) que afrouxa as regras para o porte e a compra de armas de fogo. O
projeto ainda precisa ser aprovado pelo plenário do Senado para virar lei.
Para
Carvalho, seu projeto, que renomeia a lei como "Estatuto de Controle de
Armas de Fogo", devolve à população "os direitos sequestrados"
com a lei de 2003 e vai evitar que os cidadãos sejam "reféns de
delinquentes". Segundo Carvalho, a aprovação, por 19 votos a 8, significa
"uma vitória do povo brasileiro". Organizações sociais e Deputados contrários à mudança afirmam, no
entanto, que os dados de segurança derrubam a opinião do relator. Entenda:
Quando foi instalada a comissão especial para o Desarmamento?
Em
março deste ano, quando o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ),
decidiu reativar todas as comissões especiais que estavam em funcionamento na
legislatura anterior, encerrada em 2014.
A chamada Bancada da Bala integra a comissão?
Sim.
Os Deputados que receberam doações eleitorais da indústria de armas e munições
pressionaram os líderes de seus partidos para assumirem as vagas na comissão. Dos 54 membros do colegiado, onze receberam
doações deste tipo, em 2010 ou 2014, segundo um levantamento do Instituto Sou da Paz. São eles:
Afonso
Hamm (PP-RS)
Arnaldo
Faria de Sá (PTB-SP)
Alberto
Fraga (DEM-DF)
Edio
Lopes (PMDB-RR)
Luis
Carlos Heinze (PP-RS)
Luiz
Gonzaga Patriota (PSB-PE)
Marcos
Montes Cordeiro (PSD-MG)
Nelson Marchezan Júnior (PSDB-RS)
João
Campos (PSDB-GO)
Pompeo
de Mattos (PDT-RS)
Valdir
Colatto (PMDB-SC)
Qual é a mudança mais importante prevista no projeto?
O
novo estatuto estende o porte, hoje restrito a autoridades policiais e de
segurança, a qualquer pessoa que ateste com documentos e laudos ter capacidade
técnica e psicológica para o manejo e uso da arma a ser adquirida.
Na prática, o que isso significa?
O
aumento do número de armas em circulação é inútil para conter a criminalidade e
a medida deve inclusive ampliá-la, uma vez que criminosos terão à disposição um arsenal de armas para furtar e roubar.
Além disso, alertam para a possibilidade
da intensificação da violência e da letalidade dos conflitos cotidianos,
uma vez que mais pessoas estarão armadas em uma briga de trânsito ou em caso de
desentendimentos domésticos, por exemplo. Outra crítica é que, com as mudanças
previstas, até mesmo pessoas que respondem
a inquérito policial ou a um processo criminal poderão adquirir e portar armas.
É possível comprovar que armar a população não reduz a
criminalidade?
Sim.
Estudos científicos realizados pela PUC-Rio, pela FGV e pela USP revelam que a maior disponibilidade de armas de fogo nas
cidades causa um aumento significativo na taxa de homicídios. Ao mesmo
tempo, as armas não possuem nenhum efeito para dissuadir o criminoso
profissional ou para diminuir o número de roubos e furtos.
Há outras mudanças previstas na lei?
Sim,
uma delas é o estabelecimento de um caráter
permanente para as licenças de portar armas. Atualmente, o Estatuto do Desarmamento prevê que a
licença deve ser renovada a cada três anos e será cancelada se o portador for
flagrado embriagado ou sob o efeito de drogas enquanto porta a arma. No
projeto, esses mecanismos foram suprimidos.
Outras mudanças criticadas
são:
- a redução da idade para a compra de armas, de 25 anos para 21;
- a diminuição de penas para o comércio ilegal de armas e munições dos atuais 4 a 8 anos de prisão para 3 a 7 anos;
- o aumento do limite de armas por pessoa de seis unidades para nove unidades; e
- a liberação da publicidade de armas e munições em qualquer veículo de comunicação.
Querem mudar o Estatuto do Desarmamento, mas qual foi o efeito dele
desde que entrou em vigor?
De
acordo com o relatório do Mapa da
Violência, que computa o número de assassinatos no Brasil, entre 2004 e 2014 cerca de 160 mil mortes
foram evitadas pelo estatuto. Em 2004, primeiro ano após a legislação
entrar em vigor, o Brasil registrou a primeira queda em número de mortes
violentas desde 1994.
O que a população pensa sobre o porte de armas?
A maioria dos brasileiros
acredita que a posse de armas deve ser proibida, pois representa uma ameaça
à vida de outras pessoas. Pesquisa Datafolha
publicada em setembro de 2014 mostrou que 62%
dos brasileiros pensam assim. Esse número é, no entanto, seis pontos
percentuais menor que o verificado em novembro de 2014 pelo mesmo instituto.
E os que as polícias pensam sobre esse tema?
Secretários
de Segurança Pública de três estados (Distrito Federal, Espírito Santo e Rio de
Janeiro) e de três municípios (Recife, Betim e São Paulo) assinaram, ao lado de
militares, intelectuais e outras autoridades públicas, como o ex-presidente
Fernando Henrique Cardoso, uma carta aberta em apoio à manutenção do Estatuto do Desarmamento.
O
principal argumento dos policiais a favor do atual Estatuto do Desarmamento é
que ele inibiu o uso de armas em crimes ao proibir o porte de armas em público
por civis, aumentar o controle sob sua venda e criminalizar a venda ilegal de
armamentos.
O que falta para esse projeto virar lei?
Da Comissão
Especial da Câmara, o projeto segue direto para a análise do plenário do
Senado. Caso algum Deputado entre com um recurso, o texto pode também ser
votado pelo plenário da Câmara. Após uma eventual aprovação nas casas
legislativas, ele segue para sanção (ou veto) da presidenta Dilma Rousseff.
Fonte: Carta Capital – Sociedade – 27/10/2015 – 17h13 – Atualizado em 28/10/2015 às
12h20 – Internet: clique aqui.
PEC 215 é aprovada em comissão da Câmara.
Quais os próximos passos?
Marcelo
Pellegrini
A proposta que retira do Executivo a exclusividade de
demarcar
terras indígenas avança no Congresso sob protesto dos
povos tradicionais
A Comissão Especial da Demarcação de Terras
Indígenas aprovou nesta terça-feira 27, por 21 a zero, o substitutivo que o
relator, Deputado Osmar Serraglio
(PMDB-PR), sobre a Proposta de Emenda à
Constituição (PEC) 215/2000, que transfere
do Executivo para o Legislativo a palavra final sobre a demarcação de terras
indígenas. O texto é encarado pelos diversos povos tradicionais brasileiros
e ativistas como uma ameaça aos direitos indígenas.
Deputados de PT, PCdoB, PV,
Psol e Rede se manifestaram contra a PEC e, em protesto, se retiraram da reunião antes da
votação. Parlamentares do PSB ficaram divididos sobre o tema, mas acabaram
votando contra a matéria. Os demais partidos com representação na comissão
especial aprovaram o texto e comemoraram o resultado. Entenda:
O que é a PEC 215?
A
PEC 215 é uma proposta elaborada na Câmara que propõe alterar a Constituição
para transferir ao Congresso a decisão final sobre a demarcação de terras
indígenas, territórios quilombolas e unidades de conservação no Brasil.
Atualmente, somente o Poder Executivo, munido de seus órgãos técnicos, pode
decidir sobre essas demarcações.
Além
disso, o substitutivo de Osmar Serraglio (PMDB-PR), aprovado nesta terça-feira
27, proíbe as ampliações de terras indígenas já demarcadas.
Dizem que a PEC 215 beneficia ruralistas. É verdade?
Sim,
principalmente por conta de dois dispositivos previstos no texto. O primeiro é
o que passa a prever indenização dos
proprietários de terras nas áreas demarcadas em todos os casos. Atualmente,
há apenas a indenização das benfeitorias realizadas a partir da ocupação de boa
fé do terreno, mas o pagamento pela terra não está previsto em lei.
O
segundo ponto é o que fixa o dia 5 de outubro de 1988, data em que a
Constituição foi promulgada, como "marco temporal" para definir o que
são as terras permanentemente ocupadas por indígenas e quilombolas. Isso
significa que os índios não terão
direito à terra se não a ocupavam em 1988. Dessa forma, a PEC 215 não leva
em conta grupos indígenas que foram expulsos de suas terras tradicionais e que,
devido a conflitos fundiários ou por ações da ditadura, não conseguiram voltar
a ocupar estas áreas.
Quem apoia a proposta?
A
proposta tem o apoio da bancada
ruralista, que derrubou pedidos de retirada da matéria da pauta e cinco
requerimentos de adiamento de votação apresentados pelos parlamentares
contrários à proposta. A PEC 215 tramita
há 15 anos na Câmara sem alcançar um acordo entre os parlamentares sobre seu
conteúdo. Em 2014, outra Comissão Especial para tratar do texto foi
arquivada. Este ano, porém, Deputados da bancada ruralista, aliados ao
presidente da Câmara, Eduardo Cunha
(PMDB-RJ), conseguiram reativar e aprovar a análise da matéria na Comissão
Especial.
O que os índios pensam sobre a PEC 215?
As
diversas etnias e grupos indígenas brasileiros são, majoritariamente, contra a
proposta. Na terça-feira 27, um grupo de líderes indígenas foi barrado no
plenário 14 da Câmara, onde ocorreu a reunião. Em resposta, houve protestos de
indígenas nos corredores das comissões e nos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas, que acontecem em Palmas (TO).
Segundo a interpretação das
lideranças e de entidades defensoras dos direitos indígenas, a PEC 215, na
prática, paralisaria e inviabilizaria a demarcação ou a ampliação de áreas de
povos tradicionais. Com isso, afirmam as entidades, as propriedades ficariam acessíveis à
exploração hidrelétrica, de mineração e do agronegócio. Além disso, especialistas esperam um aumento dos
conflitos com a aprovação da PEC 215.
Há risco de protestos devido ao parecer favorável da comissão?
Sim.
Na manhã da votação, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo (PT), alertou os Deputados sobre o risco de acirramento do clima de violência
em regiões que enfrentam conflito fundiário e pediu o adiamento da votação.
Diversos trechos de rodovias no País registram bloqueios próximos às reservas
indígenas.
Quais são os próximos passos na tramitação da proposta?
Após
ser aprovada na Comissão Especial, a proposta segue para a votação no Plenário
da Câmara, onde tem de ser aprovada por
três quintos dos Deputados, em dois turnos. Ou seja, deve obter 308 votos em duas votações distintas.
Se
aprovada pela Câmara, o texto segue para a votação em dois turnos no Senado,
onde também precisa dos votos de 49 Senadores por se tratar de uma proposta que
altera a Constituição.
O Senado já sinalizou como deve votar?
Sim.
Em junho deste ano, 48 Senadores
assinaram um manifesto contra a PEC 215. Ou seja, pelo atual número de
assinaturas, três em cada cinco Senadores rejeitariam a medida.
A presidente Dilma Rousseff pode vetar a proposta ou a decisão cabe
somente ao Congresso?
Não.
Por ser uma emenda à Constituição, a
presidenta não pode vetar a decisão do Congresso.
E o Supremo Tribunal Federal pode interferir?
Parlamentares
contrários à proposta e entidades ligadas aos direitos indígenas já adiantaram
que vão recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) caso a PEC 215 seja aprovada
pelo Congresso, sob o argumento de que a proposta é inconstitucional e fere os
direitos dos povos tradicionais.
Atualmente, a decisão sobre
as demarcações de terras cabe apenas ao Executivo e seus órgãos técnicos. Desde a redemocratização,
o governo Dilma é o menor em número de demarcação terras indígenas.
Fonte: Carta Capital –
Política –
28/10/2015 – 11h02 – Atualizado às 11h04 – Internet: clique aqui.
Câmara decide gastar R$ 400 milhões com
obras de ampliação de anexo
Nathalia
Passarinho
Deputados irão utilizar reserva da Casa nos cofres do
Tesouro Nacional.
Mesa Diretora decidiu ainda reduzir economia feita com
horas extras.
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Projeto de novos prédios anexos da Câmara dos Deputados (Foto: Reprodução / Câmara dos Deputados) |
A
Câmara dos Deputados decidiu nesta quarta-feira (28 de outubro) iniciar, com
dinheiro próprio, obras de ampliação da
Casa que visam criar novas vagas de garagem e gabinetes de parlamentares.
De acordo com o 1º secretário, Deputado
Beto Mansur (PRB-SP), deverão ser utilizados
R$ 400 milhões que a Câmara guarda de reservas nos cofres do Tesouro
Nacional.
Ele
explicou que a prioridade será ampliar o
Anexo 4, para construir andares de garagem subterrânea, um auditório e
novas salas para os Deputados trabalharem. Essa obra integra um conjunto de
reformas e construção de prédios que receberam o apelido de “Parlashopping”,
por prever a abertura de lojas e restaurantes no local.
A
intenção inicial da Câmara era fazer uma parceria com empresas privadas, para
que elas construíssem toda a infraestrutura e explorassem comercialmente o
espaço depois, com o aluguel de salas e lojas.
No
entanto, até o momento, as construtoras
não demonstraram interesse em investir nas obras e, por isso, houve a decisão
para desembolsar dos cofres públicos o dinheiro para uma das etapas da reforma,
prevista para começar em agosto do ano que vem.
“Nós
já iniciamos um processo de construção nosso. Já começamos a autorizar o início
da liberação de documentos para o Anexo 4-B e mais cinco andares de garagem
subterrânea. Temos previsão de começar a
obra em agosto do ano que vem, com dinheiro nosso, de venda da folha de
pagamento, que está no Tesouro. São R$ 400 milhões que estão no cofre do
governo”, disse Beto Mansur.
O presidente da Câmara,
Eduardo Cunha
(PMDB-RJ), confirmou que a Câmara
pretende iniciar obras com os R$ 400 milhões de reservas e negou que isso
contrarie os esforços de ajuste fiscal.
“Vamos
fazer [a obra] no tamanho que a Câmara tem de Orçamento. Esse dinheiro pertence
à Câmara. Isso está no nosso Orçamento e pertence à gente. É dinheiro da Câmara
dos Deputados.”
HORAS EXTRAS
A Mesa Diretora decidiu ainda reduzir a economia que previa fazer com o
pagamento de horas extras de funcionários que acompanham as sessões noturnas de
votação da Câmara. Os Deputados haviam decidido restringir para 1.726 a
quantidade máxima de servidores e secretários parlamentares que poderiam
participar das sessões.
Antes,
4,3 mil funcionários participavam das votações, o que gerava um gasto de R$ 1,3
milhão por sessão. Com a restrição, que
começou a valer em 16 de setembro, a Câmara pretendia economizar cerca de R$
800 mil por mês.
De
acordo com Beto Mansur, a Mesa Diretora avaliou, porém, que a quantidade de funcionários
autorizados a permanecer nas sessões noturnas foi insuficiente. Ele afirmou que
o número será elevado para até 2.439.
Poderão receber horas extras 900 servidores de diferentes departamentos e até
1.539 secretários parlamentares (3 por gabinete de Deputado).
“Nós
fizemos um trabalho durante esse mês. Tínhamos um teste. Tínhamos previsto
trabalhar com dois funcionários no gabinete fazendo sessão noturna e ganhando
hora extra. E fazer sessão noturna com 700 funcionários de diversos
departamentos. Depois de analisar outubro, chegamos à conclusão de que seria
muito apertado. Vamos passar de 700 para 900. E daremos para cada gabinete um
limite de três secretários parlamentares”, disse o 1º secretário.
Segundo
ele, em outubro, com a limitação maior, a Câmara gastou R$ 336 mil por sessão
com hora extra. Com a redução da
economia, passará a gastar R$ 500 mil. “É uma decisão técnica. Chegamos à
conclusão de que com o número de funcionários que tínhamos não dava para
trabalhar”, disse.
Fonte: Portal G1 – Política – 28/10/2015 – 16h16 –
Atualizado às 17h15 – Internet: clique aqui.
Como fazer contato com os
Deputados Federais e Senadores
para protestar contra essas medidas acima anunciadas?
Câmara dos
Deputados Federais – Brasília
Para contatar um Deputado especificamente,
há um site próprio na internet.
A mensagem não pode ultrapassar 4.000
caracteres, mas essa já é uma quantidade suficiente para você enviar a sua
mensagem de desaprovação e protesto.
Exerça a sua cidadania e clique aqui para acessar esse site e exprimir a sua indignação.
Exerça a sua cidadania e clique aqui para acessar esse site e exprimir a sua indignação.
Há um quadro logo abaixo da expressão “Nome do Deputado”, onde há uma seta à
direita indicando para baixo. Ao clicar sobre esta seta, aparecerá uma lista em
ordem alfabética com o nome de todos os Deputados federais. Você clica sobre o
nome do Deputado federal que você ajudou a eleger nas últimas eleições ou sobre
o nome do Deputado que você desejar. Simples, não?
Então, não perca tempo!
Senado Federal –
Brasília
Para contatar o Senado Federal, não um Senador
em especial, você dispõe também de um site na internet.
Clique aqui e, em seguida, você pode clicar sobre “Envie
sua mensagem” ou “Ouvidoria”
para enviar sua mensagem de desaprovação e protesto contra alguma lei que está
sendo votada ou alguma decisão que está sendo tomada ou já foi concluída pelos Senadores.
Agora, é possível também contatar
diretamente o Senador que você ajudou a eleger ou mais conhece para
escrever-lhe uma mensagem. Você pode clicar aqui e, em seguida, você encontrará a frase “Encontre seu Senador”, abaixo há um
quadro no qual está escrito “Senadores em Exercício”. Ao lado deste retângulo
há uma seta à direita indicando para baixo. Clique sobre ela e aparecerá o nome
de todos os Senadores em exercício por ordem alfabética. Escolha o seu e clique
sobre o nome dele.
Abrir-se-á uma outra página com foto e
informações sobre este Senador escolhido por você. Não há um espaço, na própria
página, para você escrever sua mensagem, mas há a indicação do e-mail deste Senador. Então, clique sobre o endereço de e-mail e,
imediatamente, se abrirá a página de seu servidor para que sua mensagem seja
escrita e enviada. Fácil, não?
Manifeste-se!
Não se cale diante daquilo que você não
concorda, afinal, os Deputados Federais e Senadores existem para representar
você e todo o povo brasileiro!
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