Como o mundo avaliou o papa Francisco em 2014?
Jorge Henrique
Mújica
Enquete do instituto
Pew abrange os cinco continentes
No final de 2013, a popularidade do papa Francisco na mídia
era indiscutível: as revistas mais prestigiosas do mundo o apresentavam na
capa, o escolhiam como pessoa do ano, o listavam entre os mais influentes do
planeta, ele era “trendic topic” no
Facebook e no Twitter… Um ano depois, o
furor midiático não tem a mesma intensidade, mas prevalece a imagem positiva do
papa Francisco junto ao público de todo o mundo.
O instituto de pesquisas norte-americano Pew Research Center estudou a imagem do
papa nos cinco continentes entre 30 de outubro de 2013 e 4 de março de 2014 e
entre 17 de março e 5 de junho deste mesmo ano. Os resultados mundiais mostram
que a imagem do papa é positiva para 60%
dos entrevistados. 28% não o qualificaram e 11% não o veem favoravelmente
(cf. “Pope Francis’ Image Positive in Much of World”, 11.12.2014).
Por continente:
·
84% dos europeus
têm uma opinião muito boa sobre Francisco.
·
Na América
Latina, 72% da população o vê positivamente.
·
A avaliação positiva diminui para 41% na Ásia,
·
40% na África
e
·
25% no Oriente
Médio.
·
Nos Estados
Unidos, a avaliação positiva é de 78%.
Em números absolutos, 28
dos 43 países pesquisados dizem ter boa opinião sobre o papa (destaque para
América Latina e Europa). Na Argentina,
este é o caso de 91% dos entrevistados.
Sete em cada dez brasileiros, colombianos, mexicanos e peruanos reiteram esta
qualificação.
Na Europa, 9 em cada
10 poloneses, italianos e franceses veem o papa positivamente; na Espanha e
na Alemanha, 8 em cada 10. No Reino Unido, 6,5 em cada 10.
Os melhores resultados na Ásia foram registrados nas Filipinas (88%) e na Coreia do Sul (86%). Na Tailândia, Bangladesh, Japão e Vietnã, 4
em cada 10 pessoas lhe dão esta qualificação.
A avalição positiva na África chega a 70% em Uganda e na
Tanzânia, diminuindo para 56% no Quênia. No Oriente Médio, atinge 62% dos
libaneses, mas fica em torno de 33% no Egito, na Jordânia e na Turquia.
Fonte: ZENIT.ORG –
Roma, 12 de dezembro de 2014 – Internet: clique aqui.
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