C U R T I N H A S . . .

PLENÁRIO DA CÂMARA DOS DEPUTADOS FEDERAIS
Brasília - Distrito Federal

Vejam só cada tipo de projeto de lei!!!

* MARCELO BELINATI (Deputado Federal pelo PP – Paraná):
Defende que policiais possam “plantar” flagrante e, assim, efetuar prisões antes mesmo
da ocorrência de crimes.
Observação: o deputado enviou-me o seguinte esclarecimento a respeito de seu Projeto de Lei aqui mencionado: «O Sr. entendeu errado o meu projeto. É justamente o contrário do que escreveu. Plantar flagrante é crime e vai continuar sendo crime. O PL [Projeto de Lei] que apresentei apenas possibilita à polícia preparar flagrante em certos casos, como pedofilia, por exemplo. Usar isca para pegar esse tipo de criminoso, igual a polícia americana faz. Tipo: um policial se passar por criança na internet para prender um pedófilo. Plantar flagrante é um crime. É quando a polícia coloca uma prova falsa para incriminar alguém, e isso vai continuar sendo crime.» Apenas esclareço que a notícia foi divulgada pela edição de número 357 da revista Super Interessante do mês de fevereiro de 2016, página 17. Portanto, a revista é responsável pela informação. 

* AUREO (Deputado Federal pelo Solidariedade – Rio de Janeiro):
     Quer que futuros motoristas não precisem frequentar aulas de legislação na formação de condutores.

* CARLOS MARUN (Deputado Federal pelo PMDB – Mato Grosso do Sul):
     Quer ver publicados os nomes dos vencedores de loterias com prêmios superiores a 2 mil salários mínimos.

* TAKAYAMA (Deputado Federal pelo PSC – Paraná):
     Quer criar o cargo de deputado federal ultramarino, ou seja, parlamentar que atue fora do Brasil, em países com mais de 100 mil brasileiros residentes.

* EDUARDO BOLSONARO (Deputado Federal pelo PSC – São Paulo):
     Defende que o Estado empreste armas de fogo a cidadãos cujas armas particulares foram apreendidas.

Bem-vindos ao Antropoceno

Nosso planeta de 4,5 bilhões de anos está numa nova era geológica: a dos homens. Os cientistas do Anthropocene Working Group [Grupo de Trabalho sobre o Antropoceno] defenderam, em artigo publicado na revista Science, que as mudanças que provocamos na Terra, com a agricultura moderna, o concreto e as barragens, além de outras intervenções, transformaram a paisagem do globo – o que seria suficiente para afirmar que estamos no Antropoceno desde meados do século 20. 
PRAÇA DE SÃO PEDRO E BASÍLICA DE SÃO PEDRO
Missa de canonização dos papas João Paulo II e João XXIII

Como alguém vira santo?

Para ser oficialmente santo [pela Igreja Católica], só comprovando ter feito dois milagres ou morrido em um ato de fé, além de, é claro, ter vivido uma vida de fé. A regra número um é estar morto. E a indicação para santo só pode ser feita cinco anos após a morte do candidato. A não ser que o papa agilize a canonização, como aconteceu com o papa João Paulo II. O processo dele começou apenas 26 dias depois de sua morte, em 2005. Antigamente, os santos eram canonizados pelo clamor popular. O papa apenas confirmava a santidade quando o candidato já tinha essa fama. Com o correr dos séculos, foram surgindo normas cada vez mais burocráticas e, a partir de 1983, começaram a valer as regras atuais. 
 VIA LÁCTEA

A Terra é da melhor idade

Só na Via Láctea existe material para que sejam criados mais de 5 bilhões de planetas habitáveis como a Terra. No Universo inteiro, o número sobre para um sextilhão. De todos esses, 90% ainda vão nascer, segundo uma pesquisa feita com o [telescópio espacial] Hubble e a sonda espacial Keppler, ambos da Nasa.

Segundo Peter Behroozi, um dos líderes do estudo, isso significa que nós vamos perder boa parte da festa cósmica: «Comparando com todos os planetas que se formarão no futuro, a Terra nasceu muito cedo, o que faz dela um planeta relativamente velho». De acordo com a pesquisa, até que todos esses planetas nasçam e formem as suas civilizações, nós já teremos virado pó espacial.

A descoberta pode reforçar a ideia de que talvez não estejamos assim tão acompanhados no Universo simplesmente porque somos uma das primeiras – e talvez das mais avançadas – civilizações que existem. Mas Behroozi também aponta outro lado: quando a Terra nasceu, 8% dos planetas habitáveis já existiam e, desde que estamos por aqui, outros 2% se formaram. Só na nossa galáxia, isso dá mais ou menos 100 bilhões de planetas.

«Ao mesmo tempo que é possível que todas as outras civilizações ainda estejam se formando, também pode ser que muitas outras tenham se formado antes de nós».

Se o estudo estiver correto, é praticamente impossível pensar que nós seremos os únicos – ou os mais inteligentes – a passear pelo Universo. «Ingenuamente, eu pensava que nós teríamos nascido pelo menos na metade, não tão cedo. É reconfortante saber que, mesmo que nós não sejamos a primeira civilização, seguramente não seremos a última», conclui.

Fonte: Super Interessante – Edição 357 – Fevereiro de 2016 – Pág. 17; Edição 356 – Janeiro de 2016 – Págs. 14, 17; Edição 355 – Dezembro de 2015 – Págs. 17, 20, 70. Edições impressas.

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