Olha aí o nosso futuro!

ROBÔ PODERÁ SUBSTITUIR FILHOS
NO JAPÃO

Reuters

Montadora de carros Toyota está de olho no promissor segmento de
robôs de companhia
Este é o robô bebê denominado Kirobo mini da Toyota (Japão)

A montadora de carros Toyota revelou ontem um robô do tamanho da palma da mão. Chamado de Kirobo Mini, foi desenvolvido para fazer companhia aos casais que optaram por não ter filhos. Trata-se de uma inovação com foco no Japão, país no qual a taxa de natalidade tem caído drasticamente nos últimos anos.

“Ele se movimenta um pouco e fizemos isso para imitar um bebê sentado, que ainda não desenvolveu totalmente a capacidade de se mexer”, disse Fuminori Kataoka, engenheiro chefe do projeto. “Essa vulnerabilidade foi pensada para evocar uma conexão emocional.” O robô pisca os olhos e fala com voz de bebê.

A companhia planeja vender o Kirobo Mini pelo equivalente a US$ 392 no Japão, a partir do próximo ano. O “robô-bebê” também tem uma espécie de berço projetado para ser encaixado no porta-copos do carro.

O pequeno robô inteligente terá a capacidade de se lembrar de atividades de que seus donos gostam e não gostam. Além disso, terão memória dos passeios que eles fizeram juntos, de acordo com a Toyota. Eles poderão ser conectados a sistemas de áudio de automóveis para tornar a interação mais interessante para os humanos.

Mercado em expansão. Com o novo robô, a Toyota entra no grupo de companhias que investem fortemente em robôs de companhia. Entre os mais famosos estão o Jibo, desenvolvido por especialistas em robótica do Massachusetts Institute of Technology (MIT), e o Paro, um robô terapêutico para ajudar idosos.

O Japão já é um dos líderes entre os países que mais usam robôs industriais. Ele tem a segunda maior concentração desses equipamentos – depois da Coreia do Sul –, com 314 robôs a cada 100 mil funcionários humanos, de acordo com dados da Federação Internacional de Robôs.

Agora, novas tecnologias, como inteligência artificial, vão ajudar os robôs a interagir com humanos. Isso deve ajudar a tornar esses equipamentos também populares em casas, escritórios, lojas e hospitais.

Fonte: O Estado de S. Paulo – link – Terça-feira, 4 de outubro de 2016 – Pág. B12 – Internet: clique aqui.

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