PARTICIPE: Plebiscito Popular por uma Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político
O que é um
Plebiscito Popular?
Um
Plebiscito é uma consulta na qual os cidadãos e cidadãs votam para aprovar ou
não uma questão. De acordo com as leis brasileiras somente o Congresso Nacional
pode convocar um Plebiscito.
Apesar disso, desde o ano 2000, os Movimentos
Sociais brasileiros começaram a organizar Plebiscitos Populares sobre temas
diversos, em que qualquer pessoa, independente do sexo, da idade ou da
religião, pode trabalhar para que ele seja realizado, organizando grupos em
seus bairros, escolas, universidades, igrejas, sindicatos, aonde quer que seja,
para dialogar com a população sobre um determinado tema e coletar votos.
O Plebiscito Popular permite que milhões de
brasileiros expressem a sua vontade política e pressionem os poderes públicos a
seguir a vontade da maioria do povo.
O que é uma Constituinte?
É a realização de uma assembleia de deputados eleitos pelo povo para modificar a economia
e a política do País e definir as regras, instituições e o funcionamento das
instituições de um Estado como o governo, o Congresso e o Judiciário, por
exemplo. Suas decisões resultam em uma
Constituição. A [Constituição] do Brasil é de 1988.
Por que uma
Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político?
Nos
meses de Junho e Julho de 2013, milhões de jovens brasileiros foram às ruas
para lutar por melhores condições de vida, inicialmente contra o aumento das
tarifas do transporte, mas rapidamente a luta por mais direitos sociais estava
presente nas mobilizações, pedia-se mais saúde, mais educação, mais democracia.
Nos cartazes, faixas e rostos pintados também diziam que a política atual não representa essa juventude, que quer mudanças
profundas na sociedade brasileira.
As mobilizações das ruas obtiveram conquistas
em todo o país, principalmente com as revogações dos aumentos das tarifas dos
transportes ou até diminuição da tarifa em algumas cidades, o que nos
demonstrou que é com luta que a vida muda!
Mas a grande maioria das reivindicações não foi atendida pelos poderes
públicos.
As
reivindicações não foram atendidas porque a
estrutura do poder político no Brasil e suas “regras de funcionamento” não
permitem que se avance para mudanças profundas. Apesar de termos
conquistado o voto direto nas eleições, existe uma complexa teia de elementos
que são usados nas Campanhas Eleitorais que “ajudam” a garantir a vitória de
determinados candidatos.
A cada
dois anos assistimos e ficamos enojados com a lógica do nosso sistema político.
Vemos, por exemplo, que:
- os candidatos eleitos têm um gasto de Campanha muito maior que os não eleitos, demonstrando um dos fatores do poder econômico nas eleições.
- Também vemos que o dinheiro usado nas Campanhas tem origem, na sua maior parte, de empresas privadas, que financiam os candidatos para depois obter vantagens nas decisões políticas, ou seja, é uma forma clara e direta de chantagem. Assim, o ditado popular “Quem paga a banda, escolhe a música” se torna a melhor forma de falar do poder econômico nas eleições.
- mais de 70% de fazendeiros e empresários (da educação, da saúde, industriais, etc) sendo que maioria da população é composta de trabalhadores e camponeses.
- 9% de Mulheres, sendo que as mulheres são mais da metade da população brasileira.
- 8,5% de Negros, sendo que 51% dos brasileiros se auto-declaram negros.
- Menos de 3% de Jovens, sendo que os Jovens (de 16 a 35 anos) representam 40% do eleitorado do Brasil.
E para
solucionar todos esses problemas fundamentais da nossa sociedade (educação,
saúde, moradia, transporte, terra, trabalho, etc.) chegamos a conclusão de que não basta mudarmos “as pessoas” que estão
no Congresso.
Precisamos mudar “as regras do jogo”, mudar
o Sistema Político Brasileiro. E isso só será possível se a
voz dos milhões que foram as ruas em 2013 for ouvida.
Como não esperamos que esse Congresso “abra
seus ouvidos” partimos para a ação, organizando um Plebiscito Popular que luta por uma Assembleia Constituinte, que será exclusivamente
eleita e terá poder soberano para mudar
o Sistema Político Brasileiro, pois somente através dessa mudança será
possível alcançarmos a resolução de tantos outros problemas que afligem nosso
povo.
COMO EU POSSO VOTAR
NESSE PLEBISCITO?
Há
urnas instaladas em muitíssimos lugares pelo Brasil afora.
Confira
os lugares clicando aqui. Nessa página você poderá buscar a urna mais próxima ao
seu local de trabalho, escola ou residência.
Primeiramente,
escolha o seu ESTADO, em seguida, digite o seu MUNICÍPIO, depois, clique em “Aplicar”. Aparecerá uma ou mais páginas
com os locais de votação em sua cidade, constando o nome, endereço e link para
acessar o mapa no Google Maps com a
exata localização.
É POSSÍVEL VOTAR
PELA INTERNET?
Sim, é
totalmente acessível a cédula on line
para votação.
A
votação é tão válida quanto presencialmente, assim como, segura.
Você
precisa, apenas, ter em mãos o número de seu CPF (Cadastro de Pessoa Física).
Para
votar, clique aqui.
QUAIS ENTIDADES
ESTÃO APOIANDO ESSE PLEBISCITO POPULAR?
Até o
presente momento, cerca de 416 organizações e movimentos sociais nacionais e estaduais
constroem a Campanha pela Constituinte. Essa lista pode aumentar.
Para
conferir o nome dessas entidades, clique aqui.
HÁ MATERIAL PARA
DIVULGAÇÃO DO PLEBISCITO?
Sim,
muito!
O
material está, totalmente, disponível e sem custo no sítio oficial da Campanha:
PLEBISCITO CONSTITUINTE.
Somente
para exemplificar, você tem acesso a:
- cartaz;
- cartilha explicativa detalhada;
- um jornal;
- folder;
- material em formato pdf e jpeg para divulgar em redes sociais, blogs, sítios na internet e outros;
- livro jurídico Constituinte Exclusiva etc.
QUANTOS VOTOS
FAVORÁVEIS A CAMPANHA PRETENDE OBTER?
A meta
é atingir, ao menos, 10 milhões de votos “SIM” à realização de uma Constituinte
Exclusiva e Soberana do Sistema Político.
No
entanto, os organizadores estão confiantes em ultrapassar esse número!
O QUE SERÁ FEITO
COM ESSES VOTOS?
Segundo
os organizadores da Campanha, após o período de votação – de 01 a 07 de
setembro de 2014 – haverá os seguintes procedimentos:
1º) Contagem e checagem dos votos
(após o dia 7 de setembro de 2014);
2º) Será marcada uma data para a
entrega, em Brasília (DF), aos três poderes (Presidência da República, Presidência
do Congresso Nacional e Presidência do Superior Tribunal Federal) do resultado
da votação, que espera-se ser expressivo.
3º) Com isso inicia-se um processo de pressão política,
sobretudo, ao Congresso Nacional (Câmara dos Deputados Federais e Senado) a
quem cabe seja: [a] convocar uma Assembleia Constituinte Exclusiva e Soberana
para o Sistema Político ou [b] realizar um Plebiscito Oficial a fim de confirmar
se os cidadãos brasileiros querem, de fato, uma Assembleia Constituinte para
realizar uma profunda reforma do sistema político de nosso país.
4º) Manutenção dos COMITÊS da
Campanha (para ter acesso à lista deles por todo o Brasil, clique aqui) a fim de
dar seguimento ao movimento que leve à realização da Assembleia Constituinte
com essa finalidade.
QUER SABER AINDA
MAIS?
Então,
baixe a CARTILHA DO PLEBISCITO, clicando aqui (no item 3 ou 4 da lista de “Material de
Divulgação”).
Rápido, não há tempo a perder!
Vote em
algum dos locais onde há urnas ou pela internet.
Divulgue
esse Plebiscito Popular, ao máximo, através de todos os meios que puder:
- e-mails,
- redes sociais (Facebook, Twitter, WhatsApp, Google+ e outros);
- murais pelas escolas, locais de trabalho, academias de ginástica, clubes e associações;
- telefonemas etc.
Comentários
Postar um comentário