Essas notícias são imperdíveis ! ! !
Você precisa saber que...
Dilma Rousseff insiste em negar qualquer crime de responsabilidade, mas técnicos do
Tribunal de Contas da União (TCU) pedem a rejeição
do balanço federal de 2015, apontando evidências de graves irregularidades.
O parecer será avaliado pelos ministros da Corte a partir do dia 15 de junho. As contas de 2014 foram rejeitadas por
unanimidade com base em evidências muito parecidas com as do novo relatório.
Será dado um prazo à defesa para apresentação de seus argumentos. Será surpresa
se o plenário do tribunal se deixar convencer pelas alegações a favor da
presidente afastada. As violações cometidas, segundo os técnicos, na gestão
fiscal do ano passado são essencialmente um prosseguimento das infrações à Lei de Responsabilidade Fiscal
praticadas em 2014. À incapacidade administrativa acrescentou-se, no caso
da presidente Dilma Rousseff, uma indisfarçável
e repetida agressão à lei. Essa agressão foi caracterizada pelas pedaladas e pela edição de decretos
irregulares. Houve, sim, crime de responsabilidade, uma figura prevista na
Constituição, e esta é a base do processo de impeachment. [1]
OLHA ELE! O Palácio do Planalto passou a receber a visita até mesmo de membros da
atual oposição. Um dos principais defensores de Dilma Rousseff, o ex-ministro
dos Esportes e deputado
federal Orlando Silva (PCdoB) esteve reunido com auxiliares de Temer na última
quarta-feira (1 de junho). Sem graça, Orlando Silva disse que foi ao Planalto
apenas para tratar do “andamento das discussões na Câmara”. [2]
Torquato Jardim, ministro da Transparência Fiscalização e Controle, disse em
entrevista concedida em 18 de maio, em Teresina, no Piauí, que não acredita que
as investigações e condenações da Operação Lava Jato tragam mudanças concretas
ao País. Nas declarações, publicadas nessa quinta-feira, 2 de junho, pelo
jornal O Diário do Povo do Piauí, e
cujo áudio foi obtido pelo jornal O Estado
de S. Paulo, nesta sexta-feira, 3 de junho, Torquato também diz que "partido político é um balcão de
negócios todos com o mesmo programa, com o mesmo propósito". E deu
como exemplo o chamado 'Centrão',
bloco na Câmara formado em meados de maio por 225 deputados e 13 siglas (PP,
PR, PSD, PRB, PSC, PTB, Solidariedade, PHS, PROS, PSL, PTN, PEN e PTdoB). Para
o ministro, o grupo de parlamentares "É um vexame triste para a cidadania
brasileira em que o baixo clero se reúne contra o presidente Michel Temer. E
não é em nome da governabilidade, é em nome da corrupção e da safadeza." [3]
Primeiro conflito interno no governo Temer. A decisão do presidente
Michel Temer de autorizar, na semana passada, os reajustes salariais para diferentes categorias de servidores públicos abriu a primeira
divergência entre a equipe econômica e os articuladores políticos do PMDB. No Ministério Fazenda, o entendimento é que
não pode haver elevação de gastos, mesmo que seja para evitar desgastes ou
pacificar relações, como defendem caciques políticos do PMDB. Para a equipe
econômica, que têm a missão de imprimir o corte mais duro e socialmente penoso
da história nas contas público do Brasil, é
“incompreensível” que o governo em exercício faça a opção política de abrir
concessões, aumentando os gastos em bilhões de reais, para beneficiar o funcionalismo público,
parcela privilegiada de trabalhadores. A
sinalização é contraditória. Indica que o sacrifício inerente ao ajuste
fiscal não será para todos. [4]
PT reduziu a pobreza??? O ministro do Desenvolvimento Social, o médico Osmar Terra afirma que “o PT diz ser o
único defensor dos pobres. Não é. Nunca foi. Pelo contrário. Com o desastre que eles promoveram na
economia, estão sendo os padrastos dos pobres. A herança mais negativa do
governo foi o desastre na economia.” Continua o ministro, “O PT trabalhou com o
conceito de manter tudo como está e ajudar as pessoas a não passar fome do que
transformar as famílias mais pobres para elas terem a própria renda. Isso não
foi estimulado.” Sobre o programa Bolsa
Família, o ministro constata que, “era
um programa que tinha 3 milhões de famílias em 2003 e hoje tem 14 milhões.
Isso vai na contramão do discurso do PT de que reduziu a pobreza. Você ter 14
milhões de família que dependem de R$ 160, em média, para não cair na extrema
pobreza, então você não reduziu a pobreza. [5]
PEGA LADRÃO! O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou ao Supremo Tribunal
Federal que o ministro do Turismo
Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) atuou para obter recursos desviados da Petrobras em troca de
favores para a empreiteira OAS. Parte do dinheiro do esquema desbaratado pela
Operação Lava Jato teria abastecido a campanha de Alves ao governo do Rio
Grande do Norte em 2014, quando ele acabou derrotado. A negociação envolveria o
deputado afastado Eduardo Cunha
(PMDB-RJ) e o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro. [6]
Odebrecht liga Mantega e Palocci a lista de propinas. Quando descobriu que a
Odebrecht tinha um departamento especializado em pagar propinas, a Polícia
Federal encontrou uma mina de provas, materializadas em planilhas com valores,
e alguns enigmas, já que os agraciados com suborno eram tratados por codinomes.
Um desses codinomes, "Italiano",
foi interpretado pela PF como sendo o ex-ministro
Antonio Palocci, mas quem seria um certo "Pós-Itália",
citado também em anotações de Marcelo Odebrecht? Executivos do grupo Odebrecht
vão afirmar em acordo de delação que "Pós-Itália" é o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, segundo a Folha de S. Paulo apurou. Palocci e Mantega foram ministros da
Fazenda nos governos de Lula e Dilma, respectivamente. Com Dilma, Palocci
chegou a ocupar o segundo posto do governo, ao chefiar a Casa Civil. [7]
F O N T
E S
[ 1 ] –
O Estado de S. Paulo – Notas e
Informações / Editorial – Sábado, 4 de junho de 2016 – Pág. A3 – Internet:
clique aqui.
[ 2 ] –
O Estado de S. Paulo – Política / Coluna
do Estadão – Andreza Matais e Marcelo de Moraes – Sábado, 4 de junho de
2016 – Pág. A4 – Edição impressa.
[ 3 ] –
ESTADAO.COM.BR – Política – Luciano Coelho
e Carla Araújo – 03/06/2016 – 17h40 – Internet: clique aqui.
[ 4 ] –
O Estado de S. Paulo – Política – Alexa
Salomão – Segunda-feira, 6 de junho de 2016 – Pág. A4 – Internet: clique aqui.
[ 5 ] –
O Estado de S. Paulo – Política / Coluna
do Estadão – Andreza Matais e Marcelo de Moraes (entrevista do ministro
Osmar Terra foi concedida a Daniel
Carvalho) – Segunda-feira, 6 de junho de 2016 – Pág. A4 – Internet: clique aqui.
[ 6 ] –
Folha de S. Paulo – Poder – Aguirre Talento
e Márcio Falcão – 06/06/2016 – 11h11 – Internet: clique aqui.
[ 7 ] –
Folha de S. Paulo – Poder – Bela Megale
e Mario Cesar Carvalho – Domingo, 5 de junho de 2016 – Pág. A4 – Internet:
clique aqui.
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