Notícias quentinhas e apimentadas ! ! !
Aos poucos, tudo vai aparecendo e ficando claro!
Fabiano Silveira mesmo apeado do Ministério da Transparência, pode
continuar levando dor de cabeça a Michel Temer. O Conselho Nacional de Justiça
abre, nesta terça-feira, investigação prévia para apurar se ele usou o cargo de
conselheiro do órgão para favorecer interesses privados. A corregedora Nancy
Andrighi viu indício de crime nas conversas em que ele orienta Renan Calheiros
sobre a Lava Jato. Ao fim dessa fase, ela deve pedir ao plenário que abra um
processo contra Silveira. Conselheiro do órgão de 2013 a 2016 por indicação do
Senado, Silveira é submetido às mesmas punições dos magistrados no exercício
das funções. [1]
Eduardo Cunha. Seis meses depois de ter questionado o Ministério da Agricultura sobre
exportações de carne enlatada a países da África na década de 1980, o PSOL
recebeu resposta de que não constam atividades nem no nome nem no CPF de
Eduardo Cunha. Cunha, que justifica os recursos que tem no exterior com a
exportação do produto, diz que a atividade nunca foi feita por sua pessoa
física, mas em nome de empresas. Ele não quis, porém, fornecer a relação de
clientes. [2]
Quem é o “Italiano”? Petistas e executivos que trabalhavam com a Petrobras
se dividem na interpretação do apelido “Italiano”, um das dezenas de codinomes
que aparecem nas planilhas de doação da empreiteira Odebrecht. Um grupo
acredita que se trata de Antonio Palocci,
ex-ministro de Lula e Dilma. Outros dizem que o apelido se refere a Guido Mantega, chefe da equipe
econômica de ambos. [3]
Narcio Rodrigues (PSDB-MG), ex-secretário de Ciência e Tecnologia do governo
Antonio Anastasia e ex-presidente do PSDB de Minas Gerais foi preso nesta
segunda (30 de maio) na operação Aequalis,
deflagrada pelo Ministério Público de Minas Gerais. Rodrigues é visto como
homem forte de Anastasia e também do senador Aécio Neves (PSDB-MG), chegando a
despontar como um de seus principais interlocutores quando foi deputado federal
e Aécio, governador de Minas. A operação investiga o envolvimento de agentes
públicos de Minas Gerais e empresários brasileiros e portugueses em esquema de
desvio de recursos públicos envolvendo a construção e projetos da "Cidade
das Águas", desenvolvida pela Fundação Hidroex. Segundo auditoria da
Controladoria-Geral do Estado os valores
desviados entre 2012 e 2014 superam R$ 14 milhões. A Cidade das Águas
fica localizada em Frutal [MG], município de Nárcio Rodrigues e sua base
eleitoral. [4]
Ao
analisar os dados do sigilo bancário de Luís Cláudio Lula da Silva, o caçula do
ex-presidente Lula, a Operação Zelotes descobriu que ele e sua empresa, a LFT Marketing Esportivo, receberam
quase R$ 10 milhões. Até agora, se sabia que Luís Cláudio embolsara R$ 2,5 mi
da Marcondes & Mautoni, acusada de comprar medidas provisórias. Na verdade,
foram perto de R$ 4 mi. O resto veio de “outras fontes suspeitas”. Os
investigadores querem saber qual trabalho foi prestado para resultar no
recebimento dos demais valores. A quebra dos sigilos de Luís Cláudio e da
empresa dele abrange o período de 2009 a 2015. A LFT foi constituída em 2011.
Uma das linhas da investigação é saber se Lula indicou empresas para contratar
a firma do filho. O petista também é alvo da Zelotes. A empresa de Luís Cláudio
não tem funcionários registrados,
apesar dos valores milionários que recebeu, nem ele expertise em consultoria. O trabalho para a Mautoni foi copiado da internet. [5]
«Lula tinha pleno conhecimento de que o
mensalão não era “caixa dois” de eleição, mas sim propina arrecada junto aos órgãos governamentais para que os
políticos mantivessem as suas bases eleitorais e continuassem a integrar a base
aliada do governo, votando as matérias de interesse do Executivo no Congresso
Nacional.» A delação premiada do ex-deputado federal Pedro Corrêa (PP-PE) confirma a tese sustentada pela força-tarefa
da Operação Lava Jato de que os
escândalos da Petrobrás e do mensalão tiveram como origem uma sistemática única
de corrupção para compra de apoio político para manutenção do poder com a
participação direta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. [6]
Renan Calheiros [PMDB-AL] fez campanhas com dinheiro
arrecadado por PC Farias, diz Pedro Corrêa. Delator afirma que Fernando Collor
de Mello (PTC-AL) e ex-tesoureiro comandavam a «República de Alagoas», que
tinha presidente do Senado [Renan Calheiros] como integrante; assassinado em
1996, o misterioso Paulo César Farias
seria «arrecadador de propinas dos negócios realizados pelo grupo». O
presidente do Senado é investigado por suposto envolvimento na corrupção
sistematizada na Petrobrás e outras estatais, nos governos Luiz Inácio Lula da
Silva e Dilma Rousseff. [7]
F O N T E S
[ 1 ] Folha de S. Paulo – Painel – Natuza
Nery, Paulo Gama e Renata Agostini – Terça-feira, 31
de maio de 2016 – Pág. A4 – Internet: clique aqui.
[ 2 ] Folha de S. Paulo – Painel – Natuza
Nery, Paulo Gama e Renata Agostini – Terça-feira, 31
de maio de 2016 – Pág. A4 – Internet: clique aqui.
[ 3 ] Folha de S. Paulo – Painel – Natuza
Nery, Paulo Gama e Renata Agostini – Terça-feira, 31
de maio de 2016 – Pág. A4 – Internet: clique aqui.
[ 4 ] Folha de S. Paulo – Poder – Bela Megale,
Flávio Ferreira e José Marques – 30/05/2016 –
Atualizado em 31/05/2016 às 09h24 – Internet: clique aqui.
[ 5 ] O Estado de S. Paulo – Política /
Coluna do Estadão – Andreza Matais e Marcelo de Moraes
– Terça-feira, 31 de maio de 2016 – Pág. A4 – Internet: clique aqui.
[ 6 ] ESTADÃO.COM.BR – Julia Affonso,
Ricardo Brandt e Fausto Macedo – 30/05/2016 – 14h00
– Internet: clique aqui.
[ 7 ] ESTADÃO.COM.BR – Ricardo Brandt e
Fausto Macedo – 31/05/2016 – 05h00 – Internet: clique aqui.
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